Educação

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Educação Liberta

quarta-feira, 3 de maio de 2017


      Segundo Lya Luft, é possível ser um verdadeiro leitor se ainda criança o livro for um objeto do cotidiano, podemos compará-lo com pão e leite, consequentemente, passaremos a ser amante da leitura, esse incentivo precisa nascer já no ambiente familiar para que quando chegar na escola, esteja familiarizado com as letras.
A leitura não pode ser imposta ou perversamente obrigatória, o importante é ler!  Ler precisa ser algo prazeroso, envolvente. Quando lemos ficamos mais informados e até preparados para determinadas situações, saber ler não é simplesmente assinar um documento ou um papel escrito alguma coisa, não sabendo o assunto. Os primeiros anos são fundamentais, não apenas por serem os primeiros, mas, por construírem a base do que seremos depois.
Nesse contexto, é possível afirmar que escola é o lugar por excelência para formar alunos leitores, e que essa formação não deve ocorrer de forma autoritária ou sem objetivos, mas que seja produtiva e que provoque o leitor a interagir com o texto. Com isso, existirão sujeitos críticos e reflexivos, preparados para atuarem em sociedade. Sendo cidadãos cônscios de seus direitos e deveres.
É importante tratar desse tema porque constata-se que poucos de nossos alunos apreciam a leitura e têm consciência da sua importância para a vida escolar, familiar e social. Vivemos numa sociedade capitalista e competitiva, exigindo cada vez mais profissionais não só capacitados, mas também que estejam preparadas para situações diversas/desafios, apontando soluções que prezem pelo diálogo e que haja com habilidade competência e consciência. Com o capitalismo globalizado as transformações ocorrem rapidamente, portanto, faz-se necessário a formação de uma sociedade leitora, capaz de agir, interagir e reagir com essas mudanças desenfreadas.