Segundo Alvaro de Campos, todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas. As cartas de amor, se há amor, têm de ser ridículas.
Carta pessoal é um gênero discursivo em que o produtor de um texto se relaciona com um interlocutor específico com o qual busca estabelecer comunicação a distância.