Segundo Lya Luft, é possível ser um verdadeiro leitor se ainda criança o livro for um objeto do cotidiano, podemos compará-lo com pão e leite, consequentemente, passaremos a ser amante da leitura, esse incentivo precisa nascer já no ambiente familiar para que quando chegar na escola, esteja familiarizado com as letras.A leitura não pode ser imposta ou perversamente obrigatória, o importante é ler! Ler precisa ser algo prazeroso, envolvente. Quando lemos ficamos mais informados e até preparados para determinadas situações, saber ler não é simplesmente assinar um documento ou um papel escrito alguma coisa, não sabendo o assunto. Os primeiros anos são fundamentais, não apenas por serem os primeiros, mas, por construírem a base do que seremos depois.Nesse contexto, é possível afirmar que escola é o lugar por excelência para formar alunos leitores, e que essa formação não deve ocorrer de forma autoritária ou sem objetivos, mas que seja produtiva e que provoque o leitor a interagir com o texto. Com isso, existirão sujeitos críticos e reflexivos, preparados para atuarem em sociedade. Sendo cidadãos cônscios de seus direitos e deveres.É importante tratar desse tema porque constata-se que poucos de nossos alunos apreciam a leitura e têm consciência da sua importância para a vida escolar, familiar e social. Vivemos numa sociedade capitalista e competitiva, exigindo cada vez mais profissionais não só capacitados, mas também que estejam preparadas para situações diversas/desafios, apontando soluções que prezem pelo diálogo e que haja com habilidade competência e consciência. Com o capitalismo globalizado as transformações ocorrem rapidamente, portanto, faz-se necessário a formação de uma sociedade leitora, capaz de agir, interagir e reagir com essas mudanças desenfreadas.
Educação
Educação Liberta
quarta-feira, 3 de maio de 2017
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